Digite um dos códigos de recuperação que você salvou ao ativar o MFA. Cada código serve uma única vez.
O rateio vira boleto, o boleto vira dinheiro na conta do condomínio, e o dinheiro se explica sozinho. Você abre uma tela e sabe onde está cada real.
O retorno do banco chegou, casou com a cobrança certa e deu baixa. Ninguém abriu extrato.
Acima do valor que o condomínio definiu, a despesa só sai com o aval de quem tem que dar o aval.
Da divisão da despesa até a baixa na conta do condomínio — o mês inteiro roda sem alguém empurrar.
Não é uma lista de promessas. É o menu do sistema, do jeito que ele abre.
Boleto registrado nos bancos brasileiros — dos grandes às cooperativas — com remessa e retorno trocados automaticamente. Na virada do mês, a emissão em massa roda numa fila própria, sem travar o resto.
O recebimento casa com a cobrança certa por valor, data e pagador, e dá baixa. O que sobrar vira uma fila de pendências — e ali se resolve em dois cliques.
Divide por fração ideal, por unidade ou pelo consumo dos medidores de água e gás. O rateio nasce da previsão orçamentária, não de uma planilha paralela.
Parcela a dívida com juros, multa e correção já calculados, gera as parcelas como cobranças de verdade e cancela as antigas. Tudo rastreado, nada no caderninho.
Nota anexada ao pagamento, aprovação antes de sair e transmissão pro banco pelo próprio sistema. O XML da NF-e vira despesa já preenchida.
Previsto, realizado e saldo lado a lado, mês a mês. Você vê onde o orçamento furou enquanto ainda dá tempo de reagir.
Cada lançamento entra no plano de contas e no fundo certos. O demonstrativo do período sai pronto — e o resumo pode ir impresso no próprio boleto do morador.
IGP-M, IPCA e outros índices aplicados por competência, com histórico mês a mês. Não é uma multa chutada no dedo.
Acima do valor que o condomínio definir, o pagamento fica numa caixa de entrada esperando o número de aprovadores que aquela conta exige.
Nada que a IA decide entra sozinho no sistema. Toda proposta espera um "sim" humano. É isso que a torna utilizável em dinheiro que não é seu.
Uma tela só pra isso: o que a IA propôs, de onde ela tirou, e os botões de aprovar ou corrigir. O humano é o último passo, sempre.
O condomínio ganha um endereço próprio. A nota do fornecedor chega nele e volta como pagamento montado — fornecedor, valor e vencimento lidos do anexo.
O morador manda o comprovante do PIX, a IA lê e o sistema confere direto na API do banco. Acabou a caça ao pagamento dentro do extrato.
A planilha torta do sistema antigo vira cadastro: moradores, cobranças, lançamentos, plano de contas, leituras. A IA mapeia as colunas e aponta o que ficou duvidoso.
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Meia hora costuma bastar pra ver um rateio virar boleto e o boleto voltar quitado.
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